Uma análise de uma coorte brasileira investigou se o risco genético para depressão se relaciona à evolução dos sintomas ao longo do desenvolvimento. Segundo a CNN Brasil, foram avaliados 2.163 participantes de São Paulo e Porto Alegre, entre 6 e 23 anos.

O estudo, publicado em julho no Biological Psychiatry e noticiado em 31 de agosto, encontrou associação entre maior pontuação de risco e trajetórias de sintomas mais graves. O trabalho contribui para pesquisar ferramentas genéticas em uma população diversa.

Risco genético não é destino individual nem equivale a um diagnóstico. O achado precisa ser entendido junto a fatores clínicos e ambientais. A data da reportagem também é diferente da publicação científica: a notícia recente apresenta resultados de um estudo divulgado anteriormente.

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