Uma pesquisa com mais de 11 mil participantes do UK Biobank encontrou associação entre exposição à luz noturna e características da estrutura e da função cardíacas. O estudo foi apresentado em reportagem da CNN Brasil a partir de publicação no European Heart Journal.
Os participantes utilizaram sensores de pulso por uma semana. Cerca de três anos depois, foram submetidos a ressonância magnética cardiovascular. A análise identificou diferenças entre grupos com maior e menor exposição à luz.
A matéria também registra críticas metodológicas: medir a luminosidade no pulso não corresponde exatamente à luz recebida pelos olhos, e uma semana pode não representar a exposição habitual. Os achados levantam uma hipótese de pesquisa, sem estabelecer causalidade ou permitir estimar o risco individual a partir da iluminação de um quarto.
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