A busca repetida por procedimentos estéticos pode, em alguns casos, acompanhar sofrimento relacionado à imagem corporal. Uma reportagem da CNN Brasil, publicada no início do Setembro Amarelo, ouviu especialistas sobre a importância de reconhecer expectativas irreais.

A cirurgiã Carine Barreto diferencia o desejo de mudar uma característica da crença de que uma intervenção resolverá todos os problemas da vida. Insatisfação desproporcional e frustração persistente aparecem entre os sinais que justificam investigação.

Esses comportamentos, sozinhos, não permitem diagnosticar transtorno dismórfico corporal. O ponto é incluir a saúde mental na avaliação e evitar tratar sofrimento psicológico apenas com novas intervenções físicas. A cirurgia pode modificar uma característica, mas não substitui o cuidado de um transtorno que exige abordagem própria.

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