Ferramentas de inteligência artificial já participam de etapas como triagem, análise de exames e identificação de achados que merecem prioridade. Uma reportagem da VEJA reúne exemplos de uso na China e em serviços brasileiros.
Entre as aplicações estão cabines que coletam informações e sinais vitais, com revisão médica, e sistemas capazes de sinalizar exames potencialmente críticos. O objetivo é ajudar a organizar o atendimento e diminuir atrasos em casos que precisam de investigação.
Os exemplos não transformam toda ferramenta de IA em um dispositivo validado para qualquer situação. Na própria reportagem, profissionais destacam o papel de apoio à decisão e a responsabilidade humana pelo parecer final. O ganho depende da aplicação concreta, da qualidade dos dados e da integração do sistema à rotina assistencial.
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