O Instituto Nacional de Saúde da Itália informou 594 casos de febre do Nilo Ocidental e 41 mortes no balanço divulgado em 10 de setembro. Segundo a VEJA, os registros abrangem 79 províncias de 19 regiões.
Do total, 306 episódios foram classificados como neuroinvasivos, a apresentação mais grave. A reportagem descreve a vigilância conjunta de autoridades de saúde e instituições responsáveis pelo acompanhamento de vírus transmitidos por mosquitos.
Os números representam o recorte divulgado naquela data e podem mudar com novas notificações. O vírus é transmitido principalmente por mosquitos Culex infectados. A cobertura distingue infecções sem sintomas, quadros febris e comprometimento neurológico, evitando tratar todos os registros como doenças graves. A prevenção da exposição aos mosquitos continua no centro das orientações apresentadas.
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