Um estudo com 826 homens de 22 a 40 anos investigou a relação entre estresse psicológico no trabalho e função erétil. Segundo a VEJA, a pesquisa foi publicada no International Journal of Clinical Practice.

Os autores avaliaram aspectos como jornada, autonomia, apoio de superiores, relações com colegas e pressão por promoções. Também analisaram cortisol, testosterona e indicadores de função sexual, encontrando maior ocorrência de disfunção no grupo com maior tensão.

Os resultados colocam o ambiente profissional entre os aspectos relevantes para a avaliação da saúde sexual. Não permitem atribuir toda dificuldade de ereção ao estresse nem descartar causas clínicas ou medicamentosas. O contexto de uma amostra específica também limita a aplicação direta das estimativas a todos os homens ou ambientes de trabalho.

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